quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Números mostram descaso do governo do Estado com rodovias paraenses


A Pesquisa de Rodovias da Confederação Nacional de Transporte (CNT) confirma, em números, algo que os paraenses já sabem: nossas estradas são um desastre completo. Dos 2.615 quilômetros que compõem a malha viária do Pará, entre rodovias federais e estaduais, 88,6% foram considerados como regulares, ruins ou péssimas.
É verdade que algumas rodovias estão passando por melhoras, como a recém federalizada BR-155, que começou a receber serviços de manutenção; e entre o final de 2013 e início de 2014 deve receber obras de duplicação e acostamento completo.
Há também algumas frentes de trabalho na BR-230, a Transamazônica, próximo ao município de Novo Repartimento, e promessa de investimentos nos pequenos trechos entre Marabá e Itupiranga e Marabá e Palestina do Pará, na fronteira com o Estado do Tocantins.
O que não há, pelo menos no sul e sudeste do Pará, é sinalização de investimento nas rodovias estaduais, como é o caso da PA-275 e da PA-150, que formam atoleiros de extensão considerável no período chuvoso, como este que se aproxima.

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