quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A dança das cadeiras

Quando a sirene toca e se abrem os portões da Escola Municipal Martinho Motta da Silveira, na Folha 27, os estudantes entram correndo nas salas. Mas não se trata de euforia de criança. Trata-se de luta por uma carteira escolar.
Isso mesmo. Parece que estão faltando cadeiras em número suficiente.
Com a palavra, a Secretaria Municipal de Educação.

8 comentários:

Anônimo disse...

Eu também já passei por isso quando era estudante, mas faz muito tempo. Pensei que as coisas tinham mudado. Mais, pelo visto, nada mudou.

Anônimo disse...

Uma Outra situação triste é a biblioteca do professor( na rua Antônio maia),o prédio ta sem energia, os livros estão se acabando com tantas goteiras, e de doer o coração aquela situação de abandono que se encontra um espaço de cultura, de formação e de educação.
E olha que é o povo governando

Pedro Gomes disse...

Assim como o Anônimo 14:15 passou por essa situação, eu também já tive a oportunidade nada educativa de brigar por carteira...

O tempo passa, o tempo voa, a educação fica mais pobre e os governantes numa boa.

Desculpe a rima podre é que não pude me aprimorar melhor devido ter gasto muito tempo do meu aprendizado disputando no braço um lugar pra sentar durante as aulas de Redação.

Anônimo disse...

Na verdade Chagas houve a reforma, que aliás deixou alguns problemas, mas nunca veio o mobiliário novo da escola entregaram umas mesas para o refeitório depois de muita reclamação do conselho da escola lá na SEMED. No entanto ficou faltando o restante : carteiras, adequação da rede de energia, ventilação de algumas salas de aula que foram completamente vedadas aumentando a temperatura dentro das salas , dentre outros probleminhas. O conselho até comprou alguns objetos com a verba do PDDE e do PDE mas infelizmente não podemos comprar carteiras pois o dinheiro é minguado e tem destinação especifica para a compra de material pedagógico e de manutençao ( tais como papel, giz, tinta , etc.)
Em resumo também faltam armario para se alocar devidamente os documentos dos alunos, faltam equipamentos para que se possa colocar a biblioteca para funcionar e por incrivel que pareça apesar de terem ampliado a escola ninguém pensou em um lugar para servir de almoxarifado para se guardar materiais e estes são guardados em locais inadequados.

Anônimo disse...

Ah mais a turma da SEMED anda até de carrão; será que é com dinheiro do FUNDEB? Será que é com o dinheiro que deveria comprar carteira? Será? Eu não acredito que seja, mas será que é? Pensei que era com o salário de professor economizado em anos de trabalho duro.

Edinaldo Sousa disse...

O amigo Netto Marabá, com dois TT, é sempre espirituoso, mas a situação é no mínimo vexatória e vergonhosa para uma cidade que se diz o pólo, o centro das atenções, a bola da vez.
Quando estudei na escola Nazaré barbosa Cardoso, hoje é sé um terreno vazio ao lado da Escola Acy Barros, a situação era idêntica, corríamos para apanhar uma carteira. Interessante é que os políticos em seus discursos prometem mil uma coisa e quande se elegem, a primeira coisa que faz é dar um "jeitinho" para se dar bem.
Certa vez, num programa de televisão local, vi o então candidato a prefeito de Marabá, Maurino Magalhães, se gabando de um projeto que ele, enquanto vereador, tinha apresentado voltado para o transporte escolar rural e adivinha de quem era a empresa de transporte, hein...

Blogue Marabá 2012 disse...

A educação pública só terá de qualidade, pois os políticos não quererão seus filhos analfabetos funcionais, quando a lei que obriga o político a colocar seus filhos na escola pública, for aprovada no Senado.

Até lá é esperar, já que nossos edis, com poder para isso, não anteciparam a lei no município. Eles podem sim fazer isso no ensino fundamental. A questão é saber se querem ou ficarão esperando para que o projeto de lei do senador Cristovão Buarque caia no esquecimento.

Idem para saúde e demais ítens básicos e que são obrigação do poder público.

Os políticos, em geral, são adeptos do quanto pior melhor. Assim eles terão mais argumentos para vender o peixe de sobre seus palanques a cada quatro anos. Quer dizer, começam dois anos antes. Sem contar que é meio difícil tirar um voto de quem tem um pouco mais de discernimento. Pra que mudar e correr o risco de perder a boquinha?

O que falta para que uma escola pública cumpra o seu verdadeiro papel, que é formar cidadão de cabeças pensantes? É tão simples resolver a situação! Mas se resolvido não será tema de promessas em campanhas eleitorais antecipadas, como acontece nesse momento dentro de Marabá. Depois de diplomados esquecem do que estavam falando... Somente dois anos mais tarde é que tocarão no assunto... Começa tudo de novo, as mesmas ladainhas, as mesmas mentiras...

Cansativo esse filme, não é? Mas tem dado bons resultados, para os prometeus, até a presente data.

___________
Adir Castro

Anônimo disse...

Cadê a Rosicleide? com as bolsas de dinheiro que deveria estar comprando as carteiras.
Chagas o MP de marabá fechou as portas?
Já que é difícil para eles detectarem desviu do dinheiro da educação.
Eles poderiam pelo menos fazer valer a lei do NEPOTISMO.
A Rosicleide tem primos, sobrinhos,marido e filhos todos trabalhando na SEMED.
A linha de influencia da moça.
Tem o coordenador Lélis, que chefia junto com ela compras, reforma, manutenção, carros, combustível,xerox,transporte escolar.
E notro ponto estratégico ela tem outro consanguíneo que é no almoxarifado.O tripe esta formado, A sr.ª Diretora compra, o sobrinho coordenador encaminha para o almoxarifado para outro parente da entrada e saída.
Assim ta mais fácil que tirar bala de criança.