quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Polícia Federal investiga participação da Vale em grilagem de terras públicas

A Polícia Federal (PF) investiga a participação da mineradora Vale em uma suposta fraude para a aquisição de terras públicas pertencentes ao Estado de Minas Gerais. A área, localizada na região Norte, tem um potencial estimado em 10 bilhões de toneladas de minério de ferro.
Na terça-feira (20), o Ministério Público Estadual e a PF desarticularam um esquema de grilagem chefiado pelo secretário extraordinário de Regularização Fundiária, Manoel Costa. As investigações demonstraram que a Vale teria repassado pelo menos R$ 40 milhões a pessoas ligadas a quadrilha.
A operação policial resultou na prisão de oito pessoas, além de 20 mandados de busca e apreensão. Funcionários do Instituto de Terras do Estado de Minas Gerais registravam terras públicas em nome de laranjas e depois as revendiam a preços milionários.
Em muitos casos, eram forjados documentos para facilitar a desapropriação de agricultores e posseiros.  A expulsão dos produtores rurais contava com a participação de policiais civis. Documentos comprovam que a Vale adquiriu uma propriedade, que pertencia ao Estado, localizada entre os municípios de Salinas e Grão Mogol.
Estimativas da PF indicam que os danos aos cofres públicos somam mais de R$ 200 milhões. A empresa Floresta Empreendimentos também se beneficiou das irregularidades. (Fonte: Rádio Agência NP)

2 comentários:

Anônimo disse...

BOMBAAAAA!!!!!!
Chagas, nas visitas feitas pelo conselho do fundeb, nas escolas reformadas pela prefeitura, foi descoberto a maior falcatrua,a mais deslavada desta gangue que vem saquendo a prefeitura.
A pintura e a troca de dois vasos sanitarios na escola carlos mariguella custou a bagatela de "um milhão e meio de reais".
tai um bom motivo para a policia federal entrar para investigar como anda a apllicaçãao do dinheiro publico.

Anônimo disse...

Caro Chagas, quero, com sua anuencia, claro, comentar sobre materia do Opinião(jornal) de 24 deste, tópico "Detalhe", onde o Sr. Wágner Mourão é citado como Assessor Especial da 4a. Unidade Regional de Ensino (URE). Citado senhor, deve ser uma sumidade, detentor de Q.I. acima da média, entender muito de diversificadas áreas de trabalho, muito diferentes umas das outras. Senão vejamos, nas últimas duas décadas, esteve na Celpa, Águia Futebol Clube, CRAMA e agora, a URE. Pelo bem da pessoa citada, até que seria bom. Chega de devaneios. O Sr. Wágner, na realidade, é adepto ferrenho, cultuador e praticante do puxa-saquismo explícito, qualidade(?) que vêm lhe rendendo ocupar cargos para o qual não tem a menor aptidão, ou seja, a escolha por ele (Wágner) não vem sendo técnica, e sim pela prática acima citada, deplorável por humilhante/degradante, gerando a subserviência total da pessoa. A preocupação advinda desse caso é natural e preocupante, haja visto, tal senhor estar ocupando cargo público por favorecimento, onde deveria estar pessoa com perfil, no mínimo, técnico, afeta à educação/ensino, paga - indevidamente - com dinheiro do contribuinte. Até, sugeriria ao nobre jornalista, investigar e esclarecer o caso. Em 25.09.11, Marabá-PA.