quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

"Eu acho que vi um gatinho!" - sem medo de ser leviano

Uma certa figura política de Marabá, que está envolvida em recente escândalo, pode estar também praticando uma conduta reprovável.
Essa pessoa, cujo nome não posso citar neste momento, estaria fazendo um "gato" para pagar apenas a chamada taxa mínima, referente ao consumo de energia.
No entanto, na casa desse político, sobram aparelhos que consomem muita energia, tal qual ar-condicionado, geladeira e outros que se fazem necessário para garantir o mínimo de conforto.
Se um dia essa história vier à tona, vocês saberão de quem eu estou falando.
Mas vale o registro de que é lamentável uma pessoa pública, que deveria ser em tese representante do povo, se valha de um artifício tão mesquinho, enquanto trabalhadores que ganham apenas um salário mínimo paguem suas contas de luz direitinho, sem chiar e sem "gatos".

4 comentários:

Anônimo disse...

Sabe do TIO JOÃO, ex-vereador e presidente do PTB local? Esse cara anda com um carro de chapa branca, apoderou-se do bem público e ainda tem o privilégio de estacionar em locais para carros oficiais. Anote a chapa do carro e podem consultar sobre a informação: JUB-1531. Ficou com patrimônio público. Pode?

Quaradouro disse...

Hummm... Não seria uma política?

www.maraba2012.blogspot.com disse...

O do gato e do carro, são mais dois socos no estômago.

Li no blogue do Ademir, que Ana Júlia estaria requerendo uma aposentaria vitalícia na bagatela de mais ou menos R$ 24 mil.

Talvez essas pessoas que fazem gatos, usam veículos públicos como se fosse deles e queiram aposentarias nesses valores, o fazem porque pensam e acreditam que tenham doado suas vidas pelos outros.

ademar de alencar disse...

menininha cader teu carro não sabu, não sabu, menininha tu fez um gato,não sabu não sabu,meniniha o que tu fez,não sabu não sabu, por trás dos discurso prontos,é preciso um intenso processo de reflexão para a desconstrucão dos códigos de linguagem, veja só quanto narcisismo da perte desta linda e meiga jovem, Ademar de Alencar.