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terça-feira, 12 de abril de 2022

WhatsApp cria “modo bêbado” para evitar constrangimento

 

Quem nunca tomou umas cervejinhas a mais e ficou com vontade de mandar uma mensagem para alguém que não devia, como um/a ex-namorado/a?

Para evitar que esse tipo de situação constrangedora aconteça, o WhatsApp está desenvolvendo o “modo bêbado” – ou seja, para mandar uma mensagem, você vai ter que passar por algumas verificações para provar que está “apto” a escrever para outras pessoas.

Essas verificações, de acordo com o site FayerWayer, serão realizadas pelo próprio aplicativo. O recurso ainda não foi totalmente explicado pela Meta, empresa proprietária do WhatsApp, do Facebook e do Instagram, mas deve envolver inteligência artificial.

O app deverá reconhecer padrões de texto e pessoas com as quais você se comunica com mais frequência para determinar se uma mensagem é comprometedora. (Fonte: IstoÉ)

 

segunda-feira, 11 de abril de 2022

PM assassinado por policial penal é sepultado no Maranhão

 


O corpo do policial Hudson Thiago Lima, de 27 anos, foi sepultado nesta segunda-feira (11), na cidade de Estreito (MA), ode mora sua família. Ele foi alvo de homenagens em Marabá, em frente à sede do 4º BPM. Por outro lado, o policial penal, acusado do crime, Leonildo Sousa Cruz, que é lotado em Marabá, está preso no Estado do Tocantins, onde aconteceu o crime.

Além de assassinar o policial, Leonildo também atirou em outro PM, Ronaldo Macêdo, que foi socorrido, operado e está em observação no Hospital Regional de Marabá; e ainda baleou outras pessoas que estavam no local do tiroteio.

Onde aconteceu o crime, possíveis motivações e a investigação sobre o caso, você acompanha no vídeo abaixo:



Esse conteúdo também pode ser encontrado no Youtube, no canal Chagas Filho de Marabá!


Exploração de cavernas: Núcleo de Espeleologia da FCCM é referência nacional


O Núcleo de Espeleologia, da Fundação Casa da Cultura de Marabá, se dedica ao estudo e a exploração de cavernas naturais subterrâneas voltadas à preservação. Além disso, os pesquisadores contribuem com a educação ambiental da população regional, incentivando e divulgando as pesquisas espeleológicas.

Com o objetivo de oferecer serviços de consultoria técnica e estudos, o trabalho dá ênfase em processos de licenciamento ambiental de empreendimentos ou estudos de viabilidade ambiental de atividades consideradas efetivas ou potencialmente poluidores ou degradadores de cavidades naturais.

Atualmente, o Núcleo de Espeleologia conta com 27 colaboradores que fazem da equipe técnica multidisciplinar que atuam tanto no campo como no escritório. “Os profissionais atuam em conformidade com as legislações vigentes e seguindo as exigências dos órgãos fiscalizadores. Dentre os serviços, destaca-se o estudo de relevância espeleológica, prospecção espeleológica, topografia de cavidades e plano de manejo espeleológico”, diz Maria Almeida, bióloga e coordenadora do Núcleo.

As pesquisas espeleológicas iniciaram em de agosto de 1989. Contudo, com o avanço das pesquisas e profissionalização dos trabalhos espeleológicos, em 2006 foi criado o Núcleo de Espeleologia da FCCM, que vem atuando com excelência na prestação de serviços de consultoria ambiental.

“Explorar uma caverna é algo indescritivelmente mágico, é como conhecer um mundo novo. E esta magia está presente na Fundação Casa da Cultura de Marabá”, afirma o bioespeleólogo, Maricélio Guimarães, que atua na área há 18 anos.

“Ao longo desses anos, aproximadamente três mil cavernas foram descobertas e pesquisadas pela FCCM, representando cerca de 10% das 22.846 cavidades conhecidas no Brasil. A Fundação é reconhecida nacionalmente pela grande contribuição ao Patrimônio Espeleológico Brasileiro, sendo referência na descoberta e exploração de caverna, principalmente na região Norte”, ressalta Maria.

Nos últimos dias, a equipe vem atuando em duas frentes de trabalho: em um projeto no município de Canaã dos Carajás e no Projeto Ferricretes do Araguaia, que abrange os municípios de Conceição do Araguaia, Palestina do Pará, Floresta do Araguaia, Santa Maria das Barreiras e Xinguara.

Texto: Ana Mangas (ASCOM/FCCM)

 

terça-feira, 5 de abril de 2022

Marabá completa 109 anos com inaugurações e anúncio de investimentos



Localizado na região sudeste do Pará, o município de Marabá completa neste dia 5 de abril, 109 anos de emancipação política e administrativa. Depois de dois anos sem festa, devido à pandemia, a cidade voltou a ter comemoração oficial. O evento aconteceu na obra do pontal do Cabelo Seco, no encontro dos rios Tocantins e Itacaiúnas, onde Marabá começou.

Acompanhe a reportagem no vídeo abaixo:



segunda-feira, 4 de abril de 2022

Decreto Municipal: Máscaras não são mais obrigatórias em Marabá

 


O Decreto nº 296, assinado nesta segunda-feira (4) pelo prefeito municipal Sebastião Miranda Filho, dispensa a obrigatoriedade de uso de máscaras faciais em Marabá, medida que estava em vigor no município desde o dia 30 de abril de 2020.

O município se pautou na diminuição do número de mortes e de casos, e também menor pressão sobre a taxa de ocupação de leitos, conforme análise feita pelo Comitê de Enfrentamento à covid-19.

Confira o decreto na íntegra:


Marabá: Distrito Industrial recebe investimento de R$ 1,6 bilhão

 


Nesta terça-feira (5), acontece cerimônia de assinatura de contratos pela empresa Vale para a implantação do projeto TecnoRed, em Marabá, que tem por objetivo a construção de uma planta de verticalização com a capacidade de produção de até 500 mil toneladas de ferro gusa, proporcionando a verticalização da produção minerária do Estado. O investimento é de mais de R$ 1,6 bilhão.

O projeto, que será implantado no Distrito Industrial de Marabá (DIM), permitirá a produção de ferro gusa com baixa emissão de carbono (gusa verde), e deverá gerar, na fase de implantação, 2,6 mil empregos diretos e indiretos e 400 postos de trabalho na fase operacional. Ao longo de toda a sua vida útil, o projeto tem a expectativa de gerar R$ 15,2 milhões em salários por ano e R$ 350 milhões em exportações anualmente.

De acordo com a empresa, a iniciativa conta com uma tecnologia inovadora que permitirá a produção de ferro-gusa (usado na fabricação do aço) a partir da substituição de combustível fóssil por biomassa, reduzindo significativamente as emissões de carbono. Desenvolvida ao longo dos últimos 35 anos, a tecnologia permite, ainda, a eliminação de etapas anteriores à produção do aço na usina siderúrgica, proporcionando a redução na emissão de gases do efeito estufa.

O evento terá a presença do governador Helder Barbalho, assim como a participação dos presidentes da Vale, Eduardo Bartolomeo, e da TecnoRed, Leonardo Caputo. (Fonte: Agência Pará)

 

Cabelo Seco: Protesto deve marcar aniversário de Marabá

 


O tradicional café da manhã, que marca o aniversário de Marabá – e que deixou de ser feito por conta da pandemia – será retomado nesta terça-feira (5), no mirante do encontro dos rios Tocantins e Itacaiúnas, que está sendo concluído. Mas o evento deve ser marcado por protesto dos moradores do Bairro Cabelo Seco. O motivo é justamente o nome dado ao mirante.

O novo aparelho público, que finalmente dota de infraestrutura o berço de Marabá, receberá o nome de Cila Quintino, empresária marabaense, já falecida. Acontece, porém, que a maioria esmagadora dos moradores do Cabelo Seco (Francisco Coelho) é contra essa homenagem, por entender que a empresária não tem nenhuma relação com o bairro.

Além disso, os habitantes do primeiro bairro da cidade reclamam que não foram consultados pela Câmara Municipal de Marabá (CMM). Isso gerou indignação. Am agosto, os moradores chegaram a fazer um abaixo assinado e pediram que a Câmara revisse a questão.

Naquele mesmo mês, o presidente da CMM, Pedrinho Correia, chegou a conversar com os dois vereadores que propuseram o nome de Cila Quintino, mas eles mantiveram a proposta original. Agora, vem o primeiro protesto, que pode não ser o único.

Depoimentos e sugestão

“Quando eu soube, eu fiquei muito revoltada... Como é que os nossos representantes fazem uma coisa às escondias, sem pelo menos reunir com nossa comunidade do bairro, para a gente escolher um nome que seja de uma pessoa aqui do bairro”, reclama Ana Luíza, uma das lideranças do Bairro Cabelo Seco.

Da mesma ideia comunga a professora aposentada Terezinha Santis: “A revolta é geral para todos nós... Se você respeita uma comunidade, você tem que consultar essa comunidade. Nós temos vários nomes e uma das sugestões seria colocar ‘Pontal Encontro dos Rios’ e colocar uma placa com vários nomes de personalidades do bairro”.

Marxivan Silva, presidente da Associação de Moradores do Bairro Cabelo Seco, foi taxativo. “O nome tem que ser daqui”.

SindUnifesspa apoia

A luta dos moradores do Cabelo Seco, para impedir que o mirante leve o nome da empresária, tem ganhado adesão de outros segmentos sociais, entre eles o Sindicato dos Docentes da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (SindUnifesspa).

“Nós, da diretoria do sindicato, apoiamos essa causa. Desde o início a gente vem acompanhando essa situação das reivindicações feitas pelos moradores. Nós repudiamos a indicação da irmã do vereador Miguelito como homenageada, porque ela não representa os moradores do Cabelo Seco”, explicou a professora Cinthya Marques, diretora do SindUnifesspa.

Ainda de acordo com ela, o entendimento da maioria é de que os homenageados devem ser os mestres e fazedores de cultura popular, como Boi Bumbá, das quadrilhas juninas, ou seja, das tradições típicas da Velha Marabá.

Inclusive, o SindUnifesspa apresentou essa demanda para a deputada federal Vivi Reis (PSOL), que se disponibilizou a fazer um repúdio público dessa homenagem.

Sem nomes

De acordo com o regimento da CMM, esse tipo de proposição, que homenageia vultos históricos de Marabá, dando nomes de praças e outros espaços públicos, é feito de forma secreta. Por isso, não temos os nomes dos autores do projeto.