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quarta-feira, 16 de março de 2022

Nosso orgulho: Árbitro marabaense no curso VAR 2022

 


O árbitro marabaense Djonaltan Costa representará o Estado do Pará no Curso VAR 2022, promovido pela Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O período de treinamento será de 17 a 25 deste mês de março, no Resort Oscar Inn, na cidade de Águas de Lindóia (SP).

Além de Djonaltan Costa, outro paraense que escolhido para participar do curso é Andrey Silva. Eles irão passar por capacitação para as competições nacionais de 2022.

Pesquisas indicam as profissões mais promissoras de 2022


 

Na contramão da crise financeira e do alto índice de desemprego, algumas profissões estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Empresas e recrutadores, porém, lidam com um problema específico para o preenchimento das vagas nesses setores: a falta de mão de obra qualificada. Atualmente no Brasil 69% dos empregadores se queixam da falta de profissionais qualificados, segundo o Guia Salarial da empresa de recrutamento Robert Half.

Somente no setor de TI, 530 mil vagas de trabalho criadas no Brasil até 2025 não serão preenchidas, de acordo com levantamento da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom).

Para suprir esse gap, levando a muitos a transformação que é acessível a poucos por meio da educação, a Kroton, detentora da Pitágoras, criou a Academia Tech, um pool de 19 cursos em tecnologia da informação para o ensino superior, com duração máxima de cinco semestres.

 Confira a lista de cursos oferecidos pela Academia Tech:

 1. Engenharia de Software

2. Processamento de Dados

3. Blockchain, Criptomoedas e Finanças na Era Digital

4. Tecnologia em Jogos Digitais

5. Gestão da Tecnologia da Informação

6. Gestão de Sistemas de Informação

7. Sistemas para internet

8. Redes de Computadores

9. Computação em Nuvem

10. Inteligência de Mercado e Análise de Dados

11. Arquitetura de Dados

12. Ciência de Dados

13. Cibersegurança

14. Análise e Desenvolvimento de Sistemas

15. Marketing Digital

16. DEVOPS

17. Desenvolvimento Web

18. Desenvolvimento Back End

19. Desenvolvimento Mobile

Paralisação: Trabalhadores e trabalhadoras da Unifesspa fazem ato público hoje em Marabá

 



A partir das 16h desta quarta-feira (16), acontece grande ato público por parte de servidoras e servidores públicos federais em Marabá. A manifestação tem como objetivo reivindicar direitos da categoria, principalmente reajuste salarial. Mas também direitos dos estudantes da Unifesspa e de da comunidade. Quem encabeça o movimento é o Sindicato dos Docentes da Unifesspa (SindUnifesspa). O grande ato será realizado em frente à Unidade I da Unifesspa, na Folha 31, em frente à Folha 28, na Nova Marabá.

Motivos para paralisação dos servidores públicos federais são:

1) Reajuste salarial para 19,9%

2) Cortes da educação

3) Condições do RU da Unifesspa (mais caro do Brasil)

4) Retirada do transporte universitário gratuito

5) Escassez da quantidade de ônibus para fazer linha entre os campus (superlotação)

6) Educação pública gratuita e de qualidade para todos todas e todes

terça-feira, 15 de março de 2022

FCCM firma parceria com o Projeto "Minha Escola, Meu Refúgio"










Com o apoio da Fundação Casa da Cultura de Marabá e da Secretaria Municipal de Educação, o projeto Minha Escola, Meu Refúgio está prestes a ser executado em Marabá. Com o objetivo de envolver a comunidade escolar e familiar na identificação dos sinais de violência sexual, a ação é uma forma de orientação e conscientização na luta contra o abuso sexual contra crianças e adolescentes. Renata Guerreiro Milhomem de Souza, juíza titular da 1ª Vara Criminal de Marabá, é quem pretende executar o projeto no município.
Serão realizadas palestras informativas com a distribuição de materiais sobre a prevenção e o combate à violência praticada contra os menores. “Queremos unir professores, coordenadores pedagógicos, diretores e a comunidade familiar para fortalecer a rede de proteção. Também serão realizadas atividades lúdicas com as crianças e adolescentes para abordar esse tema com muito cuidado”, observa a magistrada. Com o apoio jurídico, psicológico e pedagógico, a juíza Renata Guerreiro ressalta a importância na hora de identificar, ouvir e agir diante da suspeita de violência contra crianças e adolescentes. 
“Não existe nenhuma limitação de faixa etária, porque as estatísticas demonstram que a violência atinge as crianças indiscriminadamente, seja de idade inicial ou adolescente. Então, nesse primeiro momento a nossa ideia é começar por uma escola piloto, onde vamos realizar o trabalho pedagógico, jurídico e social dessa construção de conhecimento em torno do assunto, trazendo o corpo escolar, pais e responsáveis”, explica ela.
Inicialmente, as atividades contarão com o apoio de psicólogas e assistentes sociais da FCCM, que posteriormente ganharão suporte da equipe de teatro e musicalização da Fundação, trabalhando o assunto de forma lúdica com as crianças. 
“Projetos como esse são relevantes para o momento em que vivemos, onde o índice de abusos contra crianças e adolescentes é muito alto. A Renata é juíza da Vara Criminal e sabe das estatísticas. A Fundação Casa da Cultura vai entrar com o apoio da Companhia de Artes, com uma contribuição mais lúdica e ficamos muito felizes de participar do Minha Escola, Meu Refúgio”, ressalta Vanda Américo, presidente da FCCM.
Trabalhando no campo da prevenção, Vanda afirma que o projeto é fundamental para esclarecer as crianças desde pequena. “Quanto mais cedo a informação chega, mais esclarecido o cidadão fica. Vamos começar com um projeto piloto, colocando inicialmente em uma escola, e depois vamos para as outras. Estou muito feliz em abraçar essa causa”, relata.
A reunião para definir estratégias para implantação do projeto ocorreu na manhã desta segunda-feira, 14, no Gabinete da secretária municipal de Educação, Marilza Leite, com a participação dos diretores de ensino Urbano e do Campo da SEMED, Fábio Rogério Gomes e Arley Oliveira. “Estendemos as mãos para todo tipo de contribuição. E os membros da justiça têm conhecimento técnico para nos ajudar a orientar nossos alunos”, reconhece Marilza Leite. 
Texto: Ana Mangas (ASCOM/FCCM e SEMED)

quinta-feira, 10 de março de 2022

Tábua de pirulito: Buraqueira na BR-230 e Cidade Jardim está insuportável!


 

Já ouviu falar em "tábua de pirulito"? cheia de buracos! 

Pois é. É assim que estão as ruas da Cidade Jardim e Delta Park II.

Da mesma forma está a BR-230 (Transamazônica), entre o Km 6 e a Cidade Jardim.

O que vão fazer Prefeitura e DNIT para resolver o problema?

Acompanhe a reportagem abaixo:


Este conteúdo e outros você pode encontrar no canal do Youtube Chagas Filho de Marabá 

quarta-feira, 9 de março de 2022

Casamento comunitário reúne 100 casais no Partage Shopping Marabá

 


A Moviecom Cinemas, do Partage Shopping Marabá, vai se transformar em altar na manhã de sexta-feira, dia 11, quando 100 casais se reunirão para formalizar seu enlace matrimonial na 3ª Edição do projeto Sessão de Casamento. A ação é realizada em parceria com o Cartório Michels, das 10 horas ao meio-dia.

De acordo com a oficial de registro do cartório, Heleine Pereira, essa é a primeira etapa de uma série de casamentos englobando tanto o público que se enquadra no perfil hipossuficiente, podendo casar gratuitamente, quanto aquele que pretende pagar um valor menor pela cerimônia.

Todos os casais já apresentaram a documentação necessária e duas testemunhas, estando habilitados para o casamento. Agora, precisam apenas passar pela cerimônia conduzida pelo juiz de paz para receberem a certidão.

Heleine destaca que uma segunda etapa está com as inscrições abertas para habilitação de casais e deverá ser realizada em breve, mas ainda sem data definida. Interessados podem procurar o cartório na Folha 32, Quadra 09, Lote 2, em frente à Delegacia da Polícia Federal. (Fonte: Ascom)

Sanções à Rússia podem abrir espaço para exportação de aço do Brasil aos EUA



As sanções econômicas impostas contra a Rússia pela invasão da Ucrânia podem abrir espaço para o aumentos das exportações de aço do Brasil para os Estados Unidos. 

As informações são do site infomoney.com.br 

“Com o fechamento das relações [comerciais entre os EUA e a Rússia], certamente um espaço vai se abrir para nossas negociações com os Estados Unidos em relação à Seção 232”, disse nesta segunda-feira (7) o presidente executivo do Instituto Aço Brasil, representante do setor siderúrgico, Marco Polo de Mello Lopes, em coletiva de imprensa da Coalizão Indústria, iniciativa que reúne 14 entidades do setor industrial.
Ele ressalta que o Brasil é o maior exportador de placas de aço para os EUA e a Rússia vem em segundo lugar. “Rússia e Ucrânia são grandes produtoras e exportadoras de produtos siderúrgicos. Com as limitações colocadas pelos efeitos da guerra é evidente que haja uma inversão dos fluxos de comércio relacionados aos siderúrgicos”, declarou Lopes, que é também coordenador da Coalizão indústria.



Representantes das associações que compõem a iniciativa se reuniram em São Paulo para discutir os efeitos na indústria da redução de 25% do Imposto sobe Produtos Industrializados (IPI) e da invasão da Ucrânia.


A Seção 232 é um instrumento adotado pelo ex-presidente norte-americano Donald Trump para reduzir as importações de aço. A norma impõe cota às exportações Brasileiras. As vendas de semimanufaturados de aço do Brasil aos EUA foram imitadas a 3,5 milhões de toneladas anuais. Em 2017, antes da medida, o embarques para o mercado norte-americano tinham chegado a 4,7 milhões de toneladas.
De acordo com Lopes, o setor pleiteia a exclusão das exportações brasileiras de aço semiacabado aos EUA do sistema de cotas. “Não faz nenhum sentido para a indústria americana – que precisa das placas para poder produzir – que o aço brasileiro fique dentro desta restrição”, afirmou. Ele acrescenta que o tema já foi alinhado com a diplomacia brasileira, e uma missão deve ser organizada para negociar com as autoridades norte-americanas.
Caso não haja possibilidade de suspender a limitação, o Brasil pretende pedir a ampliação da volume. “Aí entra a questão que eu mencionei da Rússia”, disse o executivo. Segundo ele, o país eslavo chegou a exportar 2 milhões de toneladas aos EUA em 2018, mas houve redução desde então em função também das cotas.
Aumento de preços
O receio mais imediato dos industriais é com os efeitos da invasão da Ucrânia e das sanções contra a Rússia nos preços dos combustíveis, como petróleo e gás, e insumos industriais, como commodities metálicas.
Além da redução da oferta internacional, com a interrupção do fornecimento de produtos russos e ucranianos, a guerra interfere no transporte mundial de mercadorias e nos valores dos fretes. Isso ocorre num momento em que os gargalos criados pela pandemia de Covid-19 começavam a desaparecer.


Nesse sentido, a tendência inflacionária internacional, que já vinha em movimento, ganhou mais força. Desde o início da invasão, em 24 de fevereiro, houve aumento nos preços do alumínio, minério de ferro, aço, níquel e paládio, itens exportados pela Rússia e Ucrânia, e outros metais. O “boom” nos preços das commodities, que havia arrefecido no final de 2021, voltou a avançar.
De acordo com informações divulgadas pela Coalizão Indústria, o Índice de Commodities Brasil (IC-Br), medido pelo Banco Central, teve variação positiva acumulada de 39,3% de janeiro de 2021 a fevereiro de 2022. O IC-Br dos metais avançou 41,1% na mesma comparação e só perde para o indicador de energia, que inclui petróleo e gás, que avançou 78,3%.


O índice global medido pelo Commodity Research Bureau (CRM) registrou aumento de 27,9% no mesmo período. Ou seja, os impactos da guerra ocorrem num momento de preços já elevados.
A avaliação é que tal escalada irá pressionar os preços dos produtos industrializados. “O Brasil produz quase todo o metal que consome. Aço, por exemplo, importa pouco, e a maioria vem da China. Nós não temos dependência de matérias-primas [metálicas] da Rússia. O problema é [o impacto] no preço”, observou José Velloso, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).


Os efeitos do conflito na logística internacional prometem contribuir ainda mais com o aumento dos preços das mercadorias. “A tendência, se o conflito continuar, e com os preços já explodindo, é que haja algum repasse aos custos do frete, colocando mais lenha na fogueira da inflação mundial”, declarou Fernando Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit).
O presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Roriz Coelho, acredita que a redução do IPI anunciada recentemente pelo governo “pode mitigar um pouco” a pressão dos insumos nos valores do produtos finais.


Sem desabastecimento
Os representantes da indústria não esperam impactos imediatos da guerra no abastecimento, inclusive em setores que importam matérias-primas da Rússia ou da Ucrânia.


“Não vejo problemas para suprir a demanda física no curto prazo”, comentou Coelho. “O impacto em curto prazo será pequeno, não devemos sofrer mais do que já sofríamos”, destacou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato.
Diversos segmentos da indústria sofreram durante a pandemia com a falta de semicondutores produzidos na Ásia, principalmente na China. O problema foi causado por paralisações em fábricas chinesas e congestionamentos nos portos.


Agora Barbato teme que uma guerra prolongada possa afetar a oferta de dois insumos essenciais para a produção de chips, o gás neônio e o metal paládio, exportados por Ucrânia e Rússia. Ele acrescenta que, por enquanto, há estoques para abastecer a produção, mas é difícil prever quanto eles vão durar.
Na siderurgia, há um tipo de carvão utilizado, chamado PCI (sigla em inglês para Carvão Pulverizado para Injeção), que no Brasil é 100% importado da Rússia, segundo Lopes. Ele garante, no entanto, que as empresas estão buscando fornecedores alternativos. Na Austrália, por exemplo. “E temos estoques”, ressaltou.


Para Velloso, a substituição de importações torna-se uma questão estratégica. Como a busca por fornecedores alternativos de insumos tende ser um movimento global, este é mais um fator de pressão sobre os preços.
Os executivos destacam que, se os preços continuarem a aumentar no Brasil, não é culpa do mercado interno. “Não existe perspectiva de inflação de demanda. Nós temos uma capacidade ociosa de 40%, estamos preparados para atender qualquer nível de demanda que seja”, observou Lopes.


Os líderes empresariais acrescentam que as avaliações feitas até agora sobre os impactos da guerra são preliminares e que, apesar do cenário incerto, os setores representados na Coalizão Indústria “não compartilham das perspectivas negativas que vêm sendo apresentadas para 2022”.